Unión Europea pretende regular Bitcoin como producto ...

Os 13 candidatos - ANÁLISE


A partir de agora que fica interessante, os 3 mais bem votados no 1 turno.

Tem algum cirete aqui? Como vocês explicam esse tesão todo em fuder macroeconomicamente o país?


Agora a parada fica mais interessante ainda, vamos para o vencedor:

Também foi excitante para a galera de direita ter um candidato de direita forte, todo mundo ficou animado na época, parecia ser relativamente honesto, deixava esquerdistas butthurt, no segundo turno todos os eleitores de Amoedo e Alckmin pularam no bolsobonde de cum força. Prometeu não tomar nenhuma decisão no campo da economia, investidores ficaram babando com a ideia, esquerdistas butthurt everywhere, foi muito lindo a lua-de-mel bom Bolsonaro. Isso depois do impeachiment/gópi e a prisão do cachaceiro foi muito foda.
A eleição dele foi um evento 10/10 na história do país. Depois de tantos anos passando raiva com o PT vencendo eleição atrás de eleição, ver petistas e lacradores butthurt foi algo muito lindo. Mas todo mundo se esqueceu do fato que ele era um energúmeno e estava cercado de olavetes. Olavo de Carvalho foi tipo o Rumpelstiltskin da eleição, ele ajudou a eleger o bozo, mas uma hora ele ia cobrar o preço. Portanto, ao mesmo tempo que eu comemorei, estava rezando pra que ele não despirocasse e fizesse merda usando o intelecto de caracol que ele possui. E infelizmente isso aconteceu. Estou decepcionado, mas não surpreso. Votar em Bolsonaro foi uma aposta no fim das contas.
Considerações finais:
Já estávamos condenados desde 2018, com presidenciáveis tão patéticos como o que tivemos, acho infrutífero jogar a culpa da desgraça no Bolso. Ele sempre foi um energúmeno, as pessoas esclarecidas que votaram nele fizeram uma aposta que ele deixaria os ministros cuidar de seus respectivos assuntos. Estava dando certo, o Brasil estava aguentando bem as porradas das guerras comerciais da China e USA, mas infelizmente o COVID-19 tirou o resto de sanidade que restava nesse infeliz.
O mais foda ainda é o que está por vir: eleição de 2022. Tem tudo pra ser um desastre maior ainda. Luciano Huck, Dória, Cirão da Massa 2.0... Acho melhor pegarem a fornicação fora do país, quem puder, e quem não puder que invista em ouro, bitcoins ou o caralho, porque vai ser foda.

Edit:
Shills sentando o downvote com força, mas nenhum com coragem de defender seus candidatos. Vamos lá, motherfuckers, expliquem pra mim como eu errei em não ter votado na "chapa triplex", eu sou todo ouvidos.
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I BitConf | Primeira Bitcoin Conferência em Florianopolis

No dia 8 de março, sábado, Florianópolis sediará a primeira BitConf – Bitcoin Conference – organizada pela comunidade Bitcoin Brasil no Facebook, sites Koins.me e** Nerdices.com.br** e com o apoio de outros sites e fan pages, como Brasil Bitcoin e Bitcoin News.
Na edição deste ano da Campus Party, maior evento de tecnologia do Brasil e que acontece anualmente em São Paulo, foram realizados dois debates sobre Bitcoin, com a presença dos CEOs do Mercado Bitcoin e Bitcoin To You, Rodrigo Batista e Andre Horta, do empreendedor e CEO da Boo-Box, Marco Gomes e da analista de mercado Maila Manzur, mediados pelo administrador da comunidade Bitcoin Brasil, Wladimir Crippa.
Estes debates deixaram claro que há muitas pessoas e empresas interessadas em saber mais sobre o Bitcoin e como usar a moeda no dia-a-dia. Por isso, surgiu esta iniciativa de realizar a I BitConf. A conferência contará com a presença de especialistas em moedas digitais, economistas, entusiastas, empreendedores, proprietários de exchanges.
O Bitcoin é uma moeda digital, não é vinculada a nenhum banco, empresa ou governo. A própria rede de usuários mantém o sistema funcionando e gera novas moedas, em um processo chamado de "mineração".
O evento é voltado para todos os públicos, desde o iniciante que não tem ideia do que é o Bitcoin até usuários experientes e que acompanham a moeda desde seu surgimento, há 5 anos.
Quem participar da BitConf poderá também ver em funcionamento um caixa eletrônica que opera com Bitcoin (foto anexa). Nele, o usuário insere notas de reais e ele, instantaneamente, calcula o valor do Bitcoin e deposita na carteira virtual do cliente. A BitConf ocorrerá no hotel Castelmar, situado em privilegiada região da capital catarinense, com uma maravilhosa vista para o oceano e a ponte Hercílio Luz. As inscrições podem ser feitas no site www.koins.me/bitconf
No valor da inscrição – R$ 180,00 ou 0,1 Bitcoin – já está incluso coffe break, almoço e jantar.
Programação da I BitConf – Bitcoin Conference Brasil
A BitConf contará com a presença de palestrantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Confira:
9h – abertura
9:30h – mesa: o que é o Bitcoin?
Debatedores
12h – intervalo para o almoço
14h – mesa: situação atual do Bitcoin no Brasil e no mundo
debatedores
16h – coffe break
16:30 – mesa: aspectos legais e fiscais do Bitcoin
debatedores
19h – jantar
20h – mesa: oportunidade de negócios com Bitcoin
debatedores
22:30h – encerramento
Debatedores
Andre Horta (Belo Horizonte): CEO da startup BitcoinToYou, criou em julho/2013 a plataforma para compra e venda de Bitcoins no Brasil (www.bitcointoyou.com), atualmente com mais 3000 clientes cadastrados, negociando acima de 1 milhão de reais ao mês em Bitcoin. Gerenciou projetos para multinacionais como: Fiat, Ford, Usiminas, Gerdau, Vale, Banco Bonsucesso e IbiCred dentre outra. Apaixonado por tecnologia!
Fernando Ulrich (Porto Alegre): É mestre em Economia da Escola Austríaca, com experiência mundial na indústria de elevadores e nos mercados financeiro e imobiliário brasileiros. É conselheiro do Instituto Mises Brasil, estudioso de teoria monetária, entusiasta de moedas digitais, e mantém um blog no portal InfoMoney chamado “Moeda na era digital”.
Paulo Geyer (Florianópolis): Programador autônomo, ativista de software livre e cypherpunk. Participa de projetos como o Catarse, Mailpile, Bitcoin e cjdns. Membro do Tarrafa Hacker Clube, e fundador do Wifinópolis (Rede Mesh municipal em Florianópolis). É também membro vitalício da Bitcoin Foundation.
Leandro Markus (Rio de Janeiro): Consultor tributário e empreendedor contábil com experiência nos seguintes players: Walmart, Lojas Americanas, Neoenergia, Petrobras, Águas do Brasil entre outras. Apaixonado por startups e tecnologia.
Gabriel Rhama (São Paulo):Gabriel Rhama é Motion Designer, graduado pela Escola Panamericana de Arte e Design, Professor de Direção de Arte na Studio Motion e colorista na Capsule Color. Um dos responsáveis pela criação da p2poolbrasil.org, a primeira p2pool brasileira com suporte a mais de 6 altcoins. Passa seu tempo pesquisando sobre criptomoedas e tudo o que envolve o universo Bitcoin! E fazendo o que mais gosta que é a sua paixão pelo design!
Rodrigo Batista (São Paulo): CEO do MercadoBitcoin.com.br, a maior empresa de Bitcoins da América Latina. É formado em computação pelo IFSP, Administração de Empresas pela USP e é pós graduando em Engenharia Financeira pela USP. Antes de empreender trabalhou em instituições financeiras como Morgan Stanley, Itaú BBA e Socopa corretora.
Jaison Carvalho (Joinville): Nerd Invicto (jamais foi para o Lado Negro da força), Bacharel em sistemas de informação e trabalha com tecnologia a 15 anos. Fundou uma empresa onde desenvolveu uma solução de software especialista para indústrias, vendeu a mesma e ficou rico. Agora é um entusiasta das criptomoedas e organizou o primeiro encontro de Bitcoins em Joinville. Nas horas vagas é um marido perfeito, pai babão e presta consultoria em ERP.
Marco Gomes (São Paulo): fundador da Boo-Box; co-fundador do MOVA+;Consiglieri do Grupo Jovem Nerd; ganhador ano passado do World Technology Awards como melhor profissional de marketing do mundo.
Tony Fontoura (EUA): Ph.D. Programador, empresário, visionário. Mora nos Estados Unidos desde 1998. Fundou o maior portal brasileiro no exterior, TioSam.com em 1999. Em 2006 fundou a TV Brasil Internacional, a primeira emissora brasileira no exterior. Criador e idealizador do HashDollar, a primeira cryptomoeda com cotação estável.
Bernardo Quintão: fundador da Grow | Investimentos, boutique financeira independente com 7 anos de mercado em Curitiba. É entusiasta das criptomoedas e fundador do BitWifi, uma startup que utiliza o protocolo Bitcoin em seu modelo de negócio. Além de ser investidor e mentor de startups, um dos fundadores da Rede C2i de Investidores-Anjo do Paraná e fundador do Bitcoin Meetup Curitiba.
Wladimir Crippa - organização - [email protected] - 48 8826 2192
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O Bitcoin entra na real *Valor Econômico*

A ideia de romper fronteiras entre o mundo digital e o físico permeia enredos de ficção científica há décadas. Mas e se o mundo real começar, de verdade, a ficar mais virtual? É uma façanha que, parece, o bitcoin (BTC) tem conseguido levar adiante, mesmo após as turbulências dos últimos meses, que colocam em xeque o futuro do dinheiro virtual.
O Brasil já conta com 51 estabelecimentos, entre bares, pousadas, restaurantes, lojas e até uma clínica de cirurgia plástica, que, além de reais, recebem também dinheiro virtual. Em um mês esse número quase dobrou: em fevereiro, segundo o serviço CoinMap, que mapeia os lugares nos quais se pode usar BTC como pagamento, o país contava com 27 pontos.
Na América Latina, o Brasil não é o maior mercado. A Argentina exibe 107 estabelecimentos. E, no mundo todo, já são 3,6 mil, de acordo com o CoinMap, o que representa um crescimento de 38% em relação a fevereiro.
De acordo com estimativas da "exchange" brasileira BitInvest, que faz a intermediação de troca de reais por bitcoins, o mercado doméstico já movimenta R$ 20 milhões por mês, em cerca de 400 mil transações. "A maior parte dos negócios se concentra nas exchanges, mas há ainda negociações diretas entre usuários", afirma Flavio Prippas, sócio da BitInvest, que tem no currículo passagem pelo banco americano JP Morgan, como diretor de tecnologia.
Ainda concentrado, o mercado brasileiro conta com três principais exchanges. A mais antiga do país, o Mercado Bitcoin, existe desde 2011 e movimenta sozinha R$ 8 milhões por mês, segundo Rodrigo Batista, sócio da casa de câmbio digital e ex-executivo do banco americano Morgan Stanley. "A imensa maioria dos clientes faz investimentos pequenos, entre R$ 500 e R$ 1.000", diz.
O crescimento do interesse pelo bitcoin ganhou impulso, principalmente, após declaração do ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, que foi vista pelo mercado como uma espécie de benção cautelosa ao sistema. Ainda no cargo, Bernanke chamou as "moedas virtuais", como classificou essas inovações, de "uma promessa de longo prazo".
A opinião do comandante da autoridade monetária dos EUA, divulgada em novembro de 2013, deflagrou uma espécie de corrida especulativa ao ouro digital, que levou o bitcoin a acumular valorização de mais de 5.000% no ano passado.
A alta alavancada pela especulação colocou os bitcoins no radar de investidores e de um número crescente de empresas, que passaram a aceitar o dinheiro virtual como alternativa de recebimento por serviços ou produtos. Especialistas, no entanto, alertam para os riscos embutidos nesse tipo de operação. "Ninguém consegue dizer qual valor real o bitcoin vai ter no futuro. Não há nenhuma base", resume o professor de finanças do Insper, Michel Viriato.
A visibilidade acabou expondo a face perigosa da moeda digital, que não tem supervisão de nenhum banco central ou ainda distribuição controlada. A valorização atraiu a atenção de cyber criminosos, que levaram ao fechamento em 25 de fevereiro da maior bolsa de negociações mundial de bitcoins, a japonesa MTGox, que gerou prejuízo de quase US$ 500 milhões e a perda de 750 mil bitcoins. Outro baque veio com o encerramento da canadense Flexcoin, em 4 de março, após um roubo de 896 bitcoins ou US$ 600 mil.
Os problemas trouxeram à tona os riscos de um mercado não regulado, sujeito a manipulação e com brechas de segurança, ameaçando o futuro do dinheiro virtual. Autoridades no mundo todo, inclusive o banco central brasileiro, já alertaram que estão de olho na evolução do uso dessas moedas, apesar de minimizarem o risco que representam ao sistema financeiro (leia mais na página D3). Ainda assim, o Bitcoin continua a ganhar adeptos no mundo real. E não apenas pessoas físicas, mas cada vez mais empresas passam a usar a moeda digital.
Desde janeiro, a loja paulistana Pallas, que vende roupas íntimas e de ginástica femininas, recebe pagamentos em bitcoins. Segundo Abelardo Bias Sobrinho, sócio do empreendimento, a opção pela moeda digital surgiu por dois motivos distintos. "Com o bitcoin podemos escapar das taxas de bancos e das operadoras de cartão de crédito e débito. Também tem a questão da segurança, porque somos um ponto de rua e já fomos assaltados, e dinheiro em papel é mais fácil ser roubado", afirma.
Apesar de oferecer há três meses a opção de pagamento, a loja ainda não recebeu nenhum pagamento com o dinheiro virtual. "Temos recebido muitas consultas, mas quem tem carteira com bitcoins prefere segurar de olho na valorização nos últimos meses", diz o sócio da Pallas.
Um dos primeiros estabelecimentos a aceitar bitcoins no país, o bar e oficina de bicicletas Las Magrelas, de São Paulo, já recebeu sete pagamentos na moeda digital. "A gente começou a aceitar a moeda digital em junho do ano passado. Foi uma maneira de driblar a taxação das instituições financeiras e também de atrair um público mais ligado à tecnologia", afirma Rafael Rodo, sócio do empreendimento.
A pousada Kyrios, em São Sebastião, no litoral norte paulista, já conta um ano desde que passou a aceitar o bitcoin. De acordo com Maria Fátima Regina de Moura, dona da hospedagem, "as consultas para estadias com pagamento em moeda digital aumentaram muito a partir do fim do ano passado". Hoje representam 5% dos pedidos por informações de reservas. Como a volatilidade do bitcoin é muito alta, a pousada optou por converter o valor da diária em dólares e depois em BTC, de acordo com a cotação do dia.
Novata no território das moedas digitais, a clínica estética Renova Pele, de Jundiaí, no interior de São Paulo, aderiu ao bitcoin há pouco mais de duas semanas. Paulo Martin, 40 anos, cirurgião plástico associado ao estabelecimento, conta que a valorização do dinheiro virtual no fim de 2013 foi decisiva para sua aceitação como meio de pagamento. "A moeda já subiu muito de valor e esperamos que tenha atingido um patamar mais sólido para as pessoas poderem usar como forma de pagamento", diz. Segundo o profissional, qualquer serviço da clínica pode ser pago com bitcoin, até mesmo cirurgias plásticas e aplicações de botox.
A ligação de Martin com a moeda virtual vai além do lado profissional. "Estou comprando e guardando bitcoins numa carteira virtual como investimento", conta o cirurgião, que começou a aplicar em BTC em novembro. "Já consegui um bom ganho", diz, sem revelar a valorização.
Embora a possibilidade de valorização seja sedutora, há usuários que veem outros atrativos na moeda digital. O empresário Marco Gomes, 27 anos, declara-se um entusiasta do bitcoin. "Já fiz micropagamento de conteúdo de centavos de dólar em sites americanos e até doações para ONGs internacionais sem pagar nenhuma taxa de cartão", conta. Embora reconheça a possibilidade de ganho com valorização, Gomes não recomenda a aquisição de bitcoins como investimento. "Para mim o valor está no uso em transferências internacionais, como meio de pagamento e micropagamentos."
Já o professor de inglês Leandro Torricelli, de 28 anos, que montou uma carteira de bitcoins no fim de 2013, tem uma meta específica para o uso da moeda digital. "Quero guardar para uma viagem à Europa porque o exterior tem muitos lugares que aceitam. Para quem gosta de viajar é ótimo, porque não precisar fazer câmbio e pode pagar diretamente sem ter de converter o dinheiro", diz.
Fonte Valor Economico
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Un Gran Misterio se Esconde detrás del Bitcoin - YouTube YouTube Posição dos candidatos a presidente sobre criptomoedas e BTC (Bolsonaro, Ciro, Haddad...) BITCOIN: BINANCE PODE FECHAR SUAS PORTAS? Ahmet Çakar'dan Bitcoin tavsiyeleri!  Tuhaf Sorular

El marco que presenta el Fiscal General no es una ley definitiva o una norma sobre cómo deben utilizarse las criptomonedas como bitcoin. El documento plantea una visión general de cómo es el panorama actual en el ecosistema bitcoiner y cuáles son sus potenciales beneficios, pero también sus posibles riesgos. Moreover, Liquid users will soon be able to connect their accounts to Bitcoin.com’s new Bitcoin Cash Register app and receive USDC directly. Also read: A Complete A-Z of […] The post Liquid Exchange Launches BCH/USDC Trading Pairs appeared first on Bitcoin News. Search for: Top Rated; Recent ; Posts. August 12, 2020. Book Review – Decoding Digital: What is Cryptocurrency. Can learning an ... Quoine Bitcoin exchange runs on state-of-the-art technologies, including a cold wallet, and follows strictest processes in line with the financial industry and local… Quoine Pte. Ltd. is a blockchain financial services business based in Singapore covering Japan, South East Asia, Australia, and Europe markets. We provide a next generation exchange platform for Bitcoin and fiat currencies ... New Bitcoin Options App Raises $4.7M in Round Led by Pantera Capital A mobile bitcoin options trading platform set to launch this year has secured funding from some of the industry’s top-tier ... Visualize o perfil de Marco Aurélio Gomes no LinkedIn, a maior comunidade profissional do mundo. Marco Aurélio tem 3 empregos no perfil. Visualize o perfil completo no LinkedIn e descubra as ...

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